Schmidt rendido ao Benfica: «Nunca tinha vivido algo assim»

Benfica 03.12.2022 20:13
Por Redação

Roger Schmidt foi protagonista de uma grande entrevista à plataforma BPlay. Foram vários os assuntos abordados pelo treinador alemão, que tem protagonizado uma temporada de sonho no banco dos encarnados e falou sobre a adaptação a Lisboa e ao Benfica.


«Foi muito fácil. A qualidade de vida em Portugal, particularmente em Lisboa, é muito boa. Sabia disso à partida. O que não sabia era que as pessoas eram tão acolhedoras e que ia sentir-me em casa tão rápido. Por isso, a minha adaptação foi muito fácil. Depois, claro, com o trabalho no clube, e à medida que fui conhecendo o staff, integrei-me muito depressa. Foi um ajuste verdadeiramente simples», começou por dizer Schmidt, já rendido à dimensão dos encarnados.


«Diria que toda a gente conhece a dimensão do Benfica, até pelo número de sócios, mas para perceber realmente como é grande, é preciso estar em Lisboa ou em Portugal. Penso que ao estar lá, ao experienciar o amor e a paixão pelo Benfica, tanto no clube como na cidade, ficamos a perceber que tem um papel enorme, não só em Lisboa, mas em todo o país. Quando jogamos em Lisboa, mas também nos jogos fora de casa, há sempre benfiquistas connosco. É sempre especial, e tenho de admitir que nunca tinha experienciado algo assim. Então, existe um sentido de responsabilidade pela felicidade e pelo orgulho das pessoas, e isso é uma enorme motivação para nós», vincou o germânico.


Entre os vários sucessos da temporada encarnada, destaque para a vitória no grupo da Liga dos Campeões onde estavam PSG, Juventus e Maccabi Haifa. Foi na última jornada, em Israel, que as águias conseguiram o primeiro lugar do grupo, feito que foi realçado por Schmidt.


«Era seguramente o nosso objetivo, depois do apuramento para a Liga dos Campeões, passar da fase de grupos e chegar aos oitavos de final. Com a Juventus, o PSG e o Maccabi, tocou-nos um grupo claramente complicado. Foi por isso que, ao princípio, não nos importava terminar em primeiro ou segundo, mas claro que mais perto do final, especialmente após o duplo embate com o PSG, sabíamos que o primeiro lugar estava ao nosso alcance. Foi uma última jornada improvável: o PSG venceu a Juventus e nós ganhámos em Israel», disse.


«O facto de ter chegado ao desempate por diferença de golos foi surpreendente, e foi uma questão de ímpeto, mas também mostrámos que somos capazes de dar tudo e fazer as coisas bem até ao final. É evidente que tivemos alguma sorte em marcar os golos na altura certa. Faz uma enorme diferença passar em primeiro ou segundo, não só no sorteio, mas também por jogar em casa na segunda mão», acrescentou.

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