«O meu nome ficou na história»

Futebol Feminino 24-10-2021 08:54
Por Rafael Batista Reis

Cumprem-se amanhã cinco anos sobre o dia em que Andreia Norton marcou o golo que qualificou Portugal para o Euro-2017. A Seleção Nacional cumpria, após prolongamento ante a Roménia, o objetivo de participar pela primeira vez numa fase final de uma grande competição. Agora que aspira a conduzir Portugal a um Mundial a criativa reconhece que esse golo que a notabilizou.


«Foi a primeira vez que Portugal se apurou para um Europeu e eu tive a felicidade de marcar o golo que nos apurou. Foi uma assistência da Ana Borges, foi fantástico e um impulso, algo novo no futebol feminino. Acabou por ficar na história e o meu nome também.»


Os anos passaram e Andreia Norton acertou contas com Ana Borges, que assistiu para um dos golos com que a Seleção derrotou (2-1) a Sérvia, no Bonfim. «Fico feliz por ter feito aquele passe», diz Andreia Norton, que fez parte da convocatória para o Europeu mas não participou em nenhum dos três jogos. Agora, a criativa de 25 anos pretende ser parte integrante da equipa no Mundial-2023, assim a equipa alcance o tão desejado apuramento.


«Apurarmo-nos para o Mundial é um objetivo pessoal e coletivo. Claro que toda a gente quer jogar, seja aqui no apuramento, no Europeu ou no Mundial... Acho que essa é a ambição de todas que aqui estão», frisa Andreia Norton, que pretende juntar à assistência que assinou na quinta-feira um golo ao serviço de Portugal, o que já não sucede há cerca de dois anos e meio.
«Espero que sim [risos]. Quero sempre marcar. Por vezes a oportunidade surge e não consigo marcar, para mim é muito importante. Ainda assim, senti neste jogo com a Sérvia que há algo mais importante que o golo: aquele passe, aquela assistência, soube-me melhor do que fazer um golo. Mas, claro, gostava de marcar na Bulgária!»

 

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