«Estamos preocupados com o Pedro Gonçalves»

Sporting 19:00
Por Redação

Durante a conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Marítimo, o treinador do Sporting, Rúben Amorim, comentou individualmente, as situações de vários jogadores.

 

«Parece-me que até à paragem das seleções o Pedro Gonçalves não estará connosco. Em vez de três jogos serão seis e é assim a vida. Estamos preocupados com ele, faz-nos falta, mas está mais animado. Tudo nele é importante para o grupo e já foi ao campo um pouco. Há pressa em tê-lo connosco mas não há pressa. Estamos é preocupados com a saúde do Pedro Gonçalves», disse Rúben Amorim

 

Instado a analisar o rendimento de Paulinho e a seca de golos que o ponta-de-lança atravessa, Rúben Amorim defendeu o atacante: «O Paulinho tem é de fazer o que tem feito. Tem jogado muito bem. Os golos dão sumo ao avançado e ele é o primeiro a perceber quando falha golos que não devia falhar. O Paulinho tem características que acrescentam imenso à nossa equipa. Melhora o TT [Tiago Tomás] porque ajuda-o a evoluir todos os dias e o que eu quero é que ele mantenha este rendimento e se continue forte na pressão e continue a ajude os colegas na pressão.»

 

Sobre a possibilidade de Ugarte entrar na equipa, o treinador do Sporting assegurou ter as portas abertas mas, neste momento haver uma dupla muito forte: «Ugarte pode fazer posição ao lado de Palhinha ou pode dividir a posição a meio-campo. Recordo que ele teve Covid, esteve sem treinar, voltou, voltou muito bem, mas Palhinha e Matheus têm dado pouco espaço, a ele, ao Dani [Bragança], a todos. Depois, foi para a seleção. Está difícil de tirar o Palhinha e a culpa não é do treinador é do Palhinha. Por vezes desejo de ter oportunidades para lançar jogadores, mas assim é difícil.»

 

Em relação a Daniel Bragança e Tabata, o discurso foi semelhante: «O Bragança descobre espaços onde os outros não encontram. É um grande jogador, muito útil e vai ser muito importante. Não o lancei com o Estoril, porque contra uma linha de seis não havia espaço para ninguém. O Tabata faz de médio-centro, apareceu no futebol português ala, mas acho que tem condições para jogar mais no meio. Jogámos com dois médios e isso condiciona um pouco, mas esta equipa técnica já deu provas de contar com todos.»

 

Quanto ao facto de, caso não perca com o Marítimo, bater uma sequência de jogos sem perder com 70 anos, Rúben Amorim desvalorizou: «Os recordes são indiferentes, queremos é ganhar e estar lá em cima, vencer títulos.»

 

 

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