«Schmidt procura deixar marca e um legado coletivo»

Benfica 25-05-2022 12:29
Por Entrevista de Pedro Cadima

Não haverá jogador com mais currículo de jogos ao lado de Roger Schmidt que o central brasileiro de 30 anos André Ramalho. Esteve nas últimas épocas com o técnico no PSV mas já estivera com o alemão no Red Bull Salzburgo e no Bayer Leverkusen. Um total de 111 jogos que rendem encómios variadíssimos ao novo treinador do Benfica.

 

Trabalhar com Roger Schmidt na Áustria, Alemanha e Países Baixos que visão privilegiada oferece do trabalho do treinador?

 

- O mister Roger Schmidt é um treinador muito profissional e uma pessoa de ótimo trato. Sou suspeito para falar dele porque tenho uma enorme admiração pelo técnico e pelo ser humano que é.

 

- Quais são, então, as principais marcas da sua liderança com que capitaliza dividendos para as equipas que dirige, olhando a essas experiências comuns no Red Bul Salzburgo, Bayer Leverkusen e PSV?

 

- É um treinador que sabe muito bem a maneira como idealiza jogar. Preconizou um estilo. E isso, na minha opinião, é fundamental para alcançar o sucesso na profissão. É um profissional super ambicioso e onde ele está, procura sempre deixar uma marca, uma espécie de legado coletivo. Tem uma marcada filosofia de jogo. Busca sempre títulos e, além de tudo isso, a forma como gere o grupo é ótima. Ele tenta sempre conversar com cada um de forma individual, tratando certas especificidades, e de maneira bem respeitosa. O objetivo é fazer com que o atleta melhore e evolua de maneira individual e coletiva. Ele tem por princípio uma grande abertura a esse diálogo. É alguém extremamente humano.

 

Leia na íntegra na edição impressa ou digital de A BOLA.

Ler Mais
Comentários (25)

Últimas Notícias

Mundos