Federação afasta-se da centralização dos direitos televisivos

FPF 19-11-2021 09:39
Por Ricardo Quaresma

A Federação Portuguesa de Futebol, presidida por Fernando Gomes, afastou-se do processo de centralização dos direitos televisivos e declarou como extinto o memorando de entendimento que tinha assinado com a Liga Portugal em janeiro deste ano e que tinha como objetivo a criação de uma sociedade que assegurasse a negociação de um processo que conduzirá - ou pelo menos assim se espera - à centralização dos direitos televisivos a partir da época 2027/2028.
 

Esta decisão da FPF foi tomada no início deste mês, em reunião de Direção e tem como base o facto de ter a Federação Portuguesa de Futebol tomado conhecimento da criação, pela Liga Portugal e pelos clubes, de uma empresa para conduzir esse processo - no dia 12 de novembro a Liga validou, no seu site oficial, «a empresa dos direitos audiovisuais centralizados, que foi constituída e que conta com quatro administradores», que foram também anunciados no mesmo dia: Pedro Proença (presidente da Liga Portugal), Tiago Madureira e Rui Caeiro (diretores executivos da Liga Portugal) e Domingos Soares de Oliveira (CEO do Benfica), nomes aprovados em Cimeira de Presidentes, soube-se na altura, com o voto favorável, entre outros, de FC Porto e Sporting.

 

Perante este cenário, entende a FPF que se a Liga e os clubes optaram, entre eles, pela criação de uma empresa que gira a negociação da centralização dos direitos televisivas, devem ser Liga Portugal e clubes a liderar o processo, pelo que o memorando assinado em janeiro de 2021 ficou sem efeito.

 

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