Race for Good e o sonho de distribuir sorrisos em Portugal

Motores 05-09-2021 21:16
Por Arménio Pereira

André Villas-Boas foi uma das principais atrações de mais uma edição do Caramulo Motorfestival que decorreu desde a passada sexta-feira, até este domingo. O conhecido treinador esteve sempre a ser muito solicitado para tirar selfies com os fãs e para subir o mítico trajeto da rampa do Caramulo na categoria de clássicos ao volante do Lamborghini Miura S de 1969.

 

A presença de André Villas-Boas neste evento que atraiu milhares de pessoas serviu também para promover a Associação Race for Good que teve um stand de merchandising no evento para angariar fundos para ajudar instituições carenciadas. Esta parceria com a organização do Caramulo Motorfestival foi possível fazer co-drives com os amantes dos desportos motorizados a experimentarem a sensação única de velocidade. Uma experiência inesquecível com André Villas-Boas ao volante numa subida de adrenalina total desde a vila Caramulo, até ao Cabeço da Neve.

 

Na tarde deste domingo, em declarações exclusivas A Bola, o treinador de futebol mostrou-se entusiasmado com esta que foi a sua sexta participação no Caramulo Motorfestival. «Antes de mais tem sido uma edição espetacular, sente-se a vontade das pessoas em desconfinar, a pandemia ainda não passou, mas o cumprimento das regras, da distância de segurança, o uso das máscaras, tem feito com que o evento também se proporcione com tanta gente…». André Villas Boas destacou as subidas da rampa graças à parceria que nasceu entre o Caramulo Motorfestival e Race for Good com esta ideia atrair muita gente simpática: «um comandante da TAP, um médico-cirurgião, um fã de Miuras (Lamborghini), contribuindo assim para as nossas causas…», salientou.

 

O conhecido treinador lamentou apenas não poder conduzir nesta edição do Caramulo Motorfestival outra relíquia do passado: «Desta vez tenho muita pena de não ter trazido o 500 Mondial (Ferrari), mas estava em restauro em Inglaterra. Na próxima edição tenho umas surpresas alinhavadas com o Salvador Patrício Gouveia…», garantiu.

 

Este que é o mentor do Caramulo Motorfestival ficou também um dos embaixadores e parceiros da Race for Good ajudando assim a expandir o nome desta causa social e humanitária. Esta associação tem apenas seis meses e o treinador pretende fazer dela em breve uma IPSS, «desta forma vendemos os espaços com os quais eu participei no Rali de Portugal a empresas que financiaram as nossas instituições…».

 

André Villas-Boas explicou A Bola que a Race for Good funciona como «guarda-chuva de três instituições diferentes, uma para o deficiente mental, outra para pequenas comunidades no Quénia e Tanzânia e a Laureus Race Sport for Good que financia 150 projetos ligados ao desporto no mundo inteiro». Em suma, o treinador esclarece que a Race for Good criada por si em Portugal funciona como financiadora das diferentes instituições. O objetivo principal é arranjar fundos para que estas possam crescer e prestar assistência às pessoas carenciadas: «a partir de agora com o crescimento natural pretendemos abraçar projetos dos embaixadores: «eu passei na APPACDM de Viseu e tive com utentes da associação…já somos internacionais, pelo que agora o âmbito é nacional para trazer sorrisos e os sorrisos não podem ser limitados a uma região tem que ser de todas…», concluiu.                

 

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